Projeto Cara do Piauí segue aberto na Casa da Cultura

A Cara do Piauí é um projeto direcionado a exposições de artistas piauienses, e para inaugurar este projeto, a Casa da Cultura está recebendo o trabalho do fotógrafo Aureliano Muller, que abre para população uma série de exposições. A mostra fotográfica iniciou na última segunda-feira (16), tem produção geral de W. Salmito e traz 20 obras que retratam as belezas do Piauí.

Para W. Salmito, produtor cultural, a exposição vai conhecer o olhar genuíno do piauiense que eternizou o Piauí em imagens marcantes e mostra o que tem de melhor da cultura para as novas gerações.
Ele retrata ainda que é muito importante a valorização que os artistas teresinenses vêm recebendo do poder público, principalmente através da Casa da Cultura, que vem abrindo suas portas para que os artistas possam expor suas artes.

“Esse é um projeto que promove exposições de artistas piauienses. Queremos mostrar o que temos de melhor na cultura para as novas gerações, e para inaugurar a essa série estamos trazendo o experiente Aureliano Müller, que retrata muito bem o Piauí, o Turismo, as riquezas do nosso Estado com sensibilidade”, diz Salmito.

A exposição ficará disponível para todos os públicos até o próximo dia 27 de Maio na Casa da Cultura que fica localizada na Rua Elizeu Martins, esquina com 7 de setembro, número 1426, em frente à praça João Luís Ferreira – Centro/Norte.

Informações para visitantes

Taxa de serviço: R$: 2,00 por pessoa
Agendamento de visitação: (86) 99402-5428 – telefone ou (86) 98864-2231 – WhatsApp

Casa da Cultura receberá exposição de arte Minhas Vivências

A Casa da Cultura, que nos últimos meses recebeu mais de seis exposições abordando não só a cultura local, mas também a mundial, receberá a exposição de arte Minhas Vivências, do artista plástico piauiense, Herbert Veras. A vernissage, abertura da exposição, ocorrerá no dia 20 de abril, às 18 horas e contará com a participação da Orquestra de Violões de Teresina, como uma forma de abrilhantar ainda mais o evento, e ainda atrelar música e arte teresinense.

Para Herbert Veras, artista plástico, aproveitar o espaço da Casa da Cultura para expor suas obras de artes é aproximar a cultura da população. Segundo ele, as temáticas utilizadas nas suas obras são sobre anatomia humana com sensualidade, ligada a curvas e movimentos.

“É importante apresentar ao público obras sobre vivências locais dos nossos artistas teresinenses. A Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, vem apoiando essas iniciativas, fazendo com que os artistas locais sejam mais valorizados”, conta Herbert Veras.

A exposição Minhas Vivências ficará disponível à população até o início do próximo mês na nova Casa da Cultura, localizada na Rua Elizeu Martins, esquina com 7 de setembro, número 1426, em frente à praça João Luís Ferreira – Centro/Norte.

O artista, Herbert Veras começou a sua carreira artística participando de várias exposições coletivas, duas organizadas pela PRODART (Salão de Arte Santeira) pelo qual foi premiado como o 3º lugar na segunda edição do salão, participou também das exposições coletivas promovidas pelo CA de Artes visuais (Prato Cheio com Arte) quando ainda cursava artes visuais na UFPI, entre outros trabalhos.

Informações para visitantes

Taxa de serviço: R$: 2,00 por pessoa

Agendamento de visitação: (86) 99402-5428 – telefone ou (86) 98864-2231 – WhatsApp

Nova Casa da Cultura segue aberta ao público com seis exposições

A Casa da Cultura, que desde o ano passado passou a funcionar no prédio histórico conhecido como Casa Carlotinha, está aberta ao público com uma série de exposições abordando não só a cultura local, mas também mundial. O objetivo dessas exposições é desenvolver um olhar sensível, além do desenvolvimento do gosto pela arte e manter viva a história teresinense.

As exposições apresentadas são dos acervos da casa, que contam com a Coleção do Jornalista Carlos Castelo Branco, o Trabalho Fotográfico de José Medeiros, a Sala de Geologia e Patologia, Sala de Numismática, com moedas dos cinco continentes do mundo, além de Porcelanas e a exposição de telas de artistas piauienses, entre outras. O passeio pela Casa da Cultura é uma ótima opção para turistas ou para os próprios teresinenses que desejam conhecer um pouco mais sobre a Teresina do passado.

Para Marilene Evangelista, diretora da casa, expor ao público a história de Teresina, bem como apresentar um acervo tão rico em conteúdo, trabalho e arte é extremamente gratificante, pois explora as possibilidades de expressões e interpretações da diversidade cultural como uma forma de ver, viver e se conectar com a cultura de um povo.

“A abertura e exposição desses acervos na Casa da Cultura valoriza a história local. A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), através do presidente Ênio Portela e do prefeito Dr. Pessoa, tem trabalhado para manter viva nossa história, por isso fazemos um convite a população para conhecer o espaço e prestigiar o acervo”, conta Marilene Evangelista, informando ainda que devido a pandemia da Covid-19, o limite máximo para visitação foi reduzido, sendo que o visitante deve ter em mãos o passaporte de vacinação e fazer o uso de máscara.

O projeto Casa da Cultura foi criado em 1994 com o intuito de manter intacta a memória da cidade, o mesmo dispõe de um museu que contém um vasto acervo museológico, se tornando um grande atrativo para turistas, estudantes e os próprios teresinenses que buscam conhecer um pouco mais sobre a história da cidade. A mesma funciona de segunda à sexta-feira, das 08 às 13h, na Rua Elizeu Martins, 1426, no bairro Centro (em frente a Praça João Luís Ferreira).

Informações para visitantes

Taxa de serviço:  R$: 2,00 por pessoa
Agendamento de visitação: (86) 99402-5428 – telefone ou (86) 98864-2231 – whatsapp

 

Casa da Cultura de Teresina reúne crianças em projeto de integração cultural

As atividades do Projeto Pipocando Artes, desenvolvido pela Casa da Cultura de Teresina e que tinha como objetivo integrar as crianças aos instrumentos de cultura disponíveis no município, encerrou as atividades nessa quinta-feira (21). Durante três dias, as crianças tiveram acesso ao rico acervo da Casa da Cultura, bem como participaram de brincadeiras, clube de leituras, oficinas de artes e ainda puderam acompanhar apresentações de grupos culturais.

Quem aprovou o passeio foi o pequeno João Vitor.

O pequeno João Vitor, de 04 anos, foi um dos visitantes, ele conheceu de perto o acervo que conta um pouco do passado de Teresina e no final do passeio, participou da recreação e fez questão de pintar o seu rosto com o desenho de um dinossauro. Além do João Vitor, dezenas de crianças passaram pelo local durante o Pipocando Artes, projeto que devido ao sucesso, deverá ocorrer diversas outras vezes a fim de atender um número maior de crianças.

Scheyvan Lima, presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), conta que além desse projeto, a Casa da Cultura se mantém funcionando ativamente tendo a mostra um amplo acervo cultural. Para o gestor, é importante que desde a infância as pessoas tenham o contato com a cultura, isso para que no futuro, as crianças de hoje possam valorizar e preservar nossa história.

Scheyvan Lima participou do último dia do Pipocando Artes

A psicóloga Ana Michele, conta que esse tipo de atividade estimula a criatividade e a expressividade das crianças, para ela hoje existe uma maior tendência a tecnologia, onde o celular acaba tendo uma maior atenção das crianças e segundo ela, isso precisa ser revisto, já que o uso desregrado acaba prejudicando a saúde mental e afastando as crianças de momentos importantes para o crescimento saudável.

“Fiquei surpresa com a aceitação das crianças a esse passeio cultural. Essa é a segunda vez que eles frequentam o local e agora eles mesmo cobram mais visitações, demonstrando que o objetivo do projeto vem atendendo ao seu objetivo”, conta Ana Michele.

A Casa da Cultura é uma instituição cultural que funciona na Rua Elizeu Martins, esquina com 7 de setembro, número 1426, Centro, em frente à praça João Luís Ferreira. O local é mantido pela Prefeitura de Teresina e mantém um acervo que mostra um pouco do passado teresinense.

Dr. Pessoa inaugura a nova Casa da Cultura de Teresina

Em uma solenidade com a presença de diversas autoridades públicas, o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, inaugurou na manhã desta terça-feira (17), a nova Casa da Cultura de Teresina, espaço que abriga parte do acervo histórico da capital piauiense. A solenidade, que fez parte da programação que comemora os 169 anos do município, também marcou a criação de um novo espaço cultural, gerando novas possibilidades para os amantes da cultura. A nova sede da Casa da Cultura está localizada na rua Elizeu Martins, esquina com 7 de setembro, número 1426, Centro, em frente à praça João Luís Ferreira.

O projeto Casa da Cultura foi criado em 1994 com o intuito de manter intacta a memória da cidade, o mesmo dispõe de um museu que contém um vasto acervo museológico, se tornando um grande atrativo para turistas, estudantes e os próprios teresinenses que buscam conhecer um pouco mais sobre a história da cidade.

O prefeito Dr. Pessoa falou da importância de se valorizar a cultura local e que não medirá esforços para dar o apoio necessário ao setor.

“Inauguramos hoje um novo espaço cultural no município de Teresina, é a primeira de muitas que pretendemos construir nessa nova gestão”, confirma Dr. Pessoa, enfatizando ainda que os bairros de Teresina também serão atendidos com as ações públicas na área da cultura.

De acordo com Marilene Evangelista, diretora da Casa da Cultura, o novo espaço está em uma edificação com característica da arquitetura implantada no Brasil, na segunda metade do século XIX e que tem uma grande importância histórica para o município. A diretora lembra ainda que o prédio pertence ao próprio município e que foi tombado no ano de 1992.

“Apesar do novo endereço, o que me deixa feliz é o fato de podermos retomar as atividades da Casa da Cultura, projeto que estava parado há mais de um ano, por conta das medidas restritivas para tentar evitar o aumento de casos do novo coronavírus. Na segunda-feira (23), estaremos retomando as atividades com a abertura para visitações públicas, neste primeiro momento, em um horário reduzido e mantendo os protocolos sanitários”, comenta Marilene Evangelista.

O que será feito da Casa do Barão

A Casa do Barão, situada na Praça Saraiva, por muito tempo abrigou a Casa da Cultura e há anos passa por problemas estruturais, que inclusive colocava em risco o rico acervo que tinha no local.

Apesar de ser um prédio particular, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) já está em conversa com a Arquidiocese de Teresina, proprietária do imóvel, para que o espaço seja reformado e passe novamente a abrigar projetos culturais.

Segundo Scheyvan Lima, a gestão municipal tem por obrigação zelar pelo patrimônio histórico da capital, por isso foi tomada a decisão da mudança de endereço da Casa da Cultura para que, a exemplo de outras cidades, o acervo contido no espaço não ficasse em risco. Ele lembra que outros espaços pelo país afora já perderam seus acervos por conta de problemas estruturais.

“Já iniciamos um diálogo saudável com proprietários da Casa do Barão para que o prédio possa passar por uma ampla reforma sem perdas para o poder público, uma vez que se trata de um bem particular. Já considero isso um avanço, uma vez que essa reforma já deveria ter sido feita há anos, por isso e por entender que essa edificação também faz parte da história de Teresina é que vamos manter os esforços para que a cultura continue sendo abrigada no espaço”, conclui Scheyvan Lima.

Casa da Cultura ganha nova gestão e deverá passar por reformas

Foi empossada a nova gestora da Casa da Cultura de Teresina, trata-se de Marilene Evangelista, que além de fazer parte do quadro de funcionários efetivos da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, contribuiu com a construção do acervo bibliográfico e artístico desse importante espaço cultural.

A Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisas bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de artes e outras atividades culturais.

A nova gestora afirma, que por ser funcionária da casa, já conhece de perto a realidade do local e que pretende fazer uma gestão acessível ouvindo a população e artistas que utilizam a Casa da Cultura. “Recebo com muita alegria esse novo desafio, pois não é sempre que um efetivo consegue tal indicação. Aqui temos problemas antigos e com toda certeza iremos trabalhar para que os mesmos sejam resolvidos a fim de mantermos viva a história desta edificação que já faz parte do cenário cultural da nossa capital”, comenta Marilene Evangelista.

Nesta semana foi realizada uma reunião para tratar sobre as melhorias a serem realizadas no espaço, segundo Scheyvan Lima, Presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, foi montado um comitê que irá participar do processo para a busca de soluções para a reforma da Casa da Cultura. “Demos posse a nova gestora e agora, juntos com os funcionários e colaboradores, vamos iniciar o processo de discursão para a tão sonhada reforma, obra que há anos é aguardada pela classe artística da capital”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando ainda, que esse é um processo delicado, pois além de ser um prédio histórico, o mesmo é um espaço alugado, que depende da autorização de seu proprietário para tal reforma.

A Casa da Cultura de Teresina, foi inaugurada em 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.

Depois de fechado o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal. Com a transferência do Seminário, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986 foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.

Referências matemáticas são usadas em coreografia proposta no Projeto 6ª às 6

Nesta sexta-feira (27) o Projeto 6ª às 6 irá apresentar a proposição “Fórmula do Sensível”, do bailarino e coreógrafo José Nascimento.A proposta será exibida ao público na Casa da Cultura, a partir das 18h, com entrada gratuita.

Em Fórmula do Sensível, José busca referências em coreógrafos importantes, como Merce Cunningham e Anne Therese de Keersmaeker, para unir a matemática e a qualidade do movimento da dança pertencente ao repertório de cada bailarino.

“A ideia é que os bailarinos se movimentem através de pontos marcados em seus corpos e no espaço. Cada movimento é definido através de um sorteio, onde nascem inúmeras possibilidades. Além disso, eles devem se movimentar como se estivessem dançando dentro da água”,explica o coreógrafo.

Fórmula do Sensível faz parte do Projeto 6ª às 6 do Balé da Cidade de Teresina com o apoio da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina, que tem como objetivo propor criações, interações, debates e abrir espaço para os artistas como forma de fazer parte da dança na cidade. “Usamos o espaço para a divulgação do trabalho do Balé da Cidade, a aproximação e a formação de público, com a apresentação de processos artísticos criados em poucos encontros e que ocupam os espaços da Casa da Cultura”, explica Janaína Lobo, coordenadora artística da Companhia.

O projeto surgiu em 2014 e de lá pra cá vem se repensando e se atualizando e a cada ano volta com algo novo, mais maduro, sendo um dos nossos projetos mais longevos, importantes e necessários, pois se alimenta e se afetada com cada edição, trazendo frescor.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de dança Contemporânea que vem atuando no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações públicas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta atualmente com 18 membros e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves e Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.